Levantámo-no cedinho, tomámos o pequeno-almoço e fomos em direcção á Marina Piccola, comprámos o bilhetes que custaram 26 € p.p. ida e volta e apanhámos o ferry em direcção a Capri ás 9:45 e ás 10:15 já estávamos em Capri, nós e mais umas centenas de pessoas, não se conseguia andar ali naquela zona, fila para comprar bilhete para o funicolare que além do carro é a única maneira de subir para o centro de Capri, mais uma fila para entrar no funicolare, mas lá conseguimos e quando chegámos lá a cima a vista era simplesmente deslumbrante.
Capri é uma ilha italiana da Península Sorrentina, no lado de sul do Golfo de Nápoles. Tem sido um resort desde a República e é parte da região da Campânia.
A cidade de Capri é o principal centro de população, em Capri. Possui dois portos adjacentes, Marina Piccola e Marina Grande (o principal porto da ilha).Anacapri está separado e é localizado no alto das colinas a oeste.
A Piazzetta é o centro da ilha de Capri para os turistas e habitantes locais. Todas as pessoas que chegam a Capri têm de passar pelas passagens estreitas á esquerda entre os diversos bares onde os habitantes locais se reunem para o almoço ou simplesmente para conversar, a privacidade é garantida pelos guarda-sóis supostamente utilizados para proteger os clientes contra o sol.
Achámos a praia e todo o conceito engraçadissimo, eu sentia que tinha recuado no tempo porque estava rodeada das casinhas de madeira tipicas da praia ás cores, a água era quente(como em todo o mediterrâneo)e transparente, a paisagem maravilhosa ao lado das Faragnoli Rocks, os iates enormes que estavam parados alguns metros á frente com todos os luxos, com empregados a tirarem as motas de água da gragem dos barcos era surreal!
Saimos de praia e logo á saida apanhámos um autocarro para o subir para o centro de Capri(1 €), o autocarro era minuscúlo e a viagem foi um “terror” nas estradas estreitas com curvas e contra curvas que eles têm,e conseguiam passar dois autocarro onde um português só passava com um carro!!Espantoso!
Caminhámos pelas ruas onde se encontram as grande lojas de marcas mundiais, cafés, esplanadas, hóteis espetaculares, imensas pessoas a passearem inclusivé árabes e muçulmanos, nós também parámos numa loja para fazer compras na Via Camerelle onde estão alguns dos melhores e mais conceituados restaurantes, tão bonitos que eu passeipor um que achava que era uma loja de decoração:) ! A Via Camerelle liga depois com a Via Tragara , uma estrada que remonta à época romana.
A estrada é plana e bem conservada, com imensos hotéis, restaurantes de elite e magníficas moradias, das quais pode-se apenas vislumbrar das entradas no meio à vegetação exuberante propriedade. Edifícios de especial atenção ao longo da Via Tragara incluem a Igreja Evangélica alemã, construída em estilo típico transalpina e mais usual para Capri; Villa Discopoli, a residência do escritor Rainer Maria Rilke; Villa Lo Studio onde o poeta Pablo Neruda ficou e o Hotel Punta Tragara , que diz-se ter sido concebido, mesmo que apenas em parte, pelo arquitecto Le Corbusier.
Mais uma boa descrição com a companhia de belas imagens, desta vez sobre a Ilha de Capri.
ResponderEliminarUm abraço
Muito lindo! É assim que eu gosto, muita imagem para ficar bem por dentro e viajar de outra maneira. Parabéns.
ResponderEliminarBj.
João Morgado, ficamos contentes que tenhamos conseguido passar um bocadinho do vimos e sentimos em Capri enão há melhor maneira do que através de fotografias!
ResponderEliminarObrigado!
Lu,
ResponderEliminarConfesso-lhe que estávamos com receio de ter colocado demasiadas fotgrafias mas não conseguia escolher mais para eliminar porque só assim podem ter uma ideia do que é estar lá!